Patrícia Pinheiro

Gaúcha e estudante de Psicologia. É escritora e revisora de textos na Sociedade Racionalista, colunista do CONTI outra, Fãs da Psicanálise, Caminhos e Inspiring Life e escreve, ainda, para o Blogueiras Feministas; Brasil Post; Benfazeja; Psiconline Brasil e Puta Letra. É feminista, apaixonada por moda e assumidamente viciada em filmes e séries. Ainda irá viver da escrita.

Ao amor que foi e sempre será

Desejo apenas que não coloquemos metas e expectativas, que possamos viver o presente de forma intensa e verdadeira, seguindo nossos corações e buscando aperfeiçoamento e realização em tudo aquilo que almejarmos

O que eu chamo de amor

O que eu chamo de amor é a anestesia que percorre minhas dores a cada vez que elas encontram descanso no teu peito

As caixas de brinquedos das nossas vidas

Possuímos duas caixas: a de ferramentas e a de brinquedos.

Só queria dizer que estou feliz

Será que somos capazes de reconhecer – e, principalmente, em voz alta – os momentos de felicidade?

A melhor parte de você já foi amada?

As melhores partes de nós já foram amadas? Tenho certeza que já se apaixonaram pela cor ou pelo formato dos teus olhos, mas já se deixaram comover pela maneira única como eles enxergam o mundo?

Só é coragem se você tiver medo

O medo faz parte. Aquele que muito se protege dificilmente será ferido, mas, certamente, pouco terá vivido.

Eu quero descansar no teu peito o cansaço dessa vida

Todos precisamos de uma presença que, ainda que silenciosa, nos distraia e alivie um pouco do sufoco que é ser alguém.

Quero sentir a beleza do que é recíproco

Quero sentir a beleza do que é recíproco. Ser capaz de espreguiçar minha alma, de aguçar meus sentidos e descobrir novas sensações enquanto mãos me contornam, sem pressa, como quem decora minha pele.

Não é fácil deixar ir

Sobre como é edificante se desprender de coisas do passado

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