domingo, 9 agosto 2020

“Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados”

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.
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Destruição do meio ambiente: culpa dos mais velhos? Será?

No caixa do supermercado, uma jovem funcionária culpa uma cliente idosa pela destruição do meio ambiente, mas recebe uma resposta com a qual não contava.

ELE pode ganhar, mas NÃO teria viabilidade de ficar

Uma análise do tabu dos soberanos sobre o fenômeno Bolsonaro

África: o ventre da humanidade

Todos nós somos descendentes de africanos, inclusive você! Se queremos honrar/respeitar nossas origens, devemos então honrar/respeitar principalmente a África, que é a origem de todos nós.

Olho por olho e acabaremos todos cegos

Rubem Alves dizia que todos nós queremos falar, mas ninguém quer ouvir. Percebo que essa incapacidade de escutar tem piorado com o passar do tempo.

Estamos todos numa multidão e numa solidão ao mesmo tempo

Em um mundo cada vez mais conectado, é de se estranhar a tamanha solidão que nos forma.

Só há um luxo verdadeiro: as relações humanas

Estamos cada vez mais condicionados a uma vida voltada para o consumo, em que há uma desvalorização por completo do ser, uma vez que nesse jogo a única coisa que importa é o "ter". Desse modo, passamos a vida acumulando coisas, embora, tenhamos vidas vazias, solitárias e desprovidas de amor.

Sou visto, logo existo: Bauman e a cegueira moral

Pascal já dizia que o encontro mais doloroso da vida é entre o eu e o mim. Passados mais de trezentos anos, o homem moderno, com toda sua inteligência e exuberância, ainda teme esse encontro.

O furacão Irma e vidas que não têm o mesmo valor

Enquanto o furacão ainda destruía muitas existências no Caribe, já deixamos de dar atenção a isso para se preocupar com o estrago que ele faria nos Estados Unidos, mostrando claramente, mais uma vez, que a vida de uns é mais valorizada que a de outros.

A fome é motivo tão digno para fugir quanto a guerra!

É injusta essa diferenciação de que quem foge de guerra pode ficar na Europa e quem foge da fome não tem esse direito. Sofrimento é sofrimento, morte é morte e cada vida é uma vida que merece ser respeitada e salva na hora do aperto existencial, seja ele qual for. Não existe „perigo de vida digno“ e „perigo de vida indigno“, não há desespero certo e desespero errado, não existem seres humanos de diferentes categorias.
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