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Do fruto proibido aos movimentos feministas: ensaio sobre a transgressão feminina

O Feminismo desperta amor e ódio, entre os homens talvez mais ódio do que amor, afinal, uma mulher que trabalha e que é autônomo deixa de viver para o homem e passa a viver para si.

Para ser feminista não é preciso ser mulher. É preciso ser gente.

Eu, que sou homem, pai de outro homem, não tenho a menor dúvida de quem foram e são as pessoas mais importantes da minha vida. Quase todas são mulheres.

Afinal, o que querem as mulheres?

Queremos, da mesma forma que os homens, gozar da liberdade de vestirmos o que bem entendermos sem que precisemos nos preocupar com qualquer tipo de preconceito ou assédio. Que nosso caráter e nossa disponibilidade sejam medidos por nossas palavras, e nunca pelo tamanho de nossas saias.

Vai mesmo, gordinha!

Vai mesmo, gordinha! Vai mesmo, mulher!

Padrões de beleza que adoecem

Eu não me sentia feia, até que começaram a dizer que eu seria muito mais bonita se ganhasse uns quilinhos. Eu não me sentia menos gente, até alguém dizer que “eu era legal, mas muito magrinha”. Eu me sentia inteira antes de me dizerem que eu estava a ponto de sumir."

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