quarta-feira, 15 julho 2020

“Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados”

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.
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Momentos difíceis

Se há dor demais, é hora de dizer adeus

As pessoas traem, mentem e comentem erros, porém viver um relacionamento de fachada ou por submissão é muita falta de amor próprio. Não é fácil ser forte, dar uma segunda chance, perdoar e até mesmo recomeçar, isto tudo é quase impossível, mas é necessário quando o amor fala mais alto e grita por um novo alguém.

Conversa sobre a morte

A morte não seria a negação da vida e sim um artifício da natureza para tornar possível a manutenção da vida

O que fazer se você ama uma pessoa que possui uma grave doença psiquiátrica

Quem possui um familiar ou convive com alguém que precisa ou já precisou de um tratamento psíquico sabe que o adoecimento pode interferir significativamente nas reações pessoais chegando até mesmo a transformá-las totalmente ao longo do tempo.

Você sabe pedir ajuda?

Saber o momento de pedir ajuda, e não ter vergonha em fazê-lo, é fundamental para a nossa saúde psíquica

Recado a quem já se sentiu só

Uma hora, lá pelas tantas do dia, da noite, da vida, você vai sentir solidão. Acontece com toda gente. Do bebê mais intocado, chorando um instante de falta da mãe, ao velho mais rescaldado remoendo seus mortos, contando suas saudades em fila indiana, todos haveremos de nos sentir sós.

Vida, para que tanta saudade?

A vida nos prega cada surpresa, nos faz enveredar por caminhos que nossos corações apenas tentam esquecer. Como fica a vontade de esquecer quando a saudade nos diz não? Será que o esquecimento deixou de existir para que as memórias não desaparecessem?

Vida após a morte: como continuar vivendo plenamente depois da morte de um ente querido

Mesmo em meio à dor de uma perda irreparável, não podemos esquecer de viver e acabar enterrando junto com a pessoa falecida nossos sonhos, nossa alegria, nosso otimismo, nossa plenitude.

Depressão, terapia e alguns lenços

Essa era uma história real até ser contada. Não sei bem o motivo, mas ao relê-la e reviver os detalhes, tornou-se algo quimérica aos meus olhos de leitora. Talvez porque tenha surgido sem sofrimento, sem tragicidade, com aceitação. E, para mim, é o que vale, olhar para trás e, enfim, poder sorrir.

Viver é só o que nos sobra até que isso tudo nos falte

Com cada um cuidando de si e dos seus, quem sabe um dia seremos todos “os nossos”, tratando juntos de suas feridas, resgatando lembranças azuis de dentro de seus dias cinzas, vivendo com amor e saúde nossos dias de doença e dor.
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