sexta-feira, 10 julho 2020

“Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados”

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.
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Entenda porque não curto fotos de crianças no Facebook

Pais e mães, orgulhosos de seus filhos e filhas, adoram mostrar fotos de tudo que fazem, o que é perfeitamente normal e compreensivo. Mas será que está certo expor crianças em redes sociais, como o Facebook, mostrando fotos delas a um vasto público?

Qual a nossa responsabilidade no uso das redes sociais?

A internet é utilizada diariamente por 3,2 bilhões de pessoas no mundo, mas será que sabemos utilizá-la com responsabilidade e ética?

Razonite: uma enfermidade grave que está se espalhando pelo mundo

Razonite é uma doença altamente contagiosa que causa uma inflamação da razão e disfunções cerebrais sérias, além de um desequilíbrio emocional que torna as pessoas agressivas, intolerantes e impacientes. Sua principal característica é um forte impulso de querer ter razão, custe o que custar.

Felicidade, Facebook e solidão contemporânea

É como se a vida real tivesse se tornado uma extensão, um plug-in da rede, melhor, um aplicativo que baixa-se no play store.

Sobre pessoas que curtem e compartilham posts em redes sociais sem nem saber do que se trata

O mundo virtual é um mundo de aparências, semelhante ao livro que as pessoas carregavam consigo antigamente sem nunca o ter lido.

Carencia afetiva e necessidade de autoafirmação nas redes sociais

Com a democratização do acesso à internet e redes sociais, foram internalizados novos aspectos comportamentais e agregados novos valores sociais. Através destes contextos, criamos muitas vezes uma realidade pré-fabricada a partir das nossas carências afetivas e emocionais, sendo as redes sociais o grande termômetro da insatisfação e insegurança das pessoas consigo mesmas.

Pelo direito de postar fotos felizes no Facebook

Embora entendamos que algumas pessoas cometam excessos: o perfil é pessoal e nele o usuário, desde que siga as regras da plataforma, decide quanto de si quer mostrar – ainda que o que opte por exibir seja julgado como um exagero pela maioria das pessoas.

Deixe o outro ser ele mesmo. Se lhe faz mal, afaste-se, ué.

Afinal, o outro não é obrigado a pensar como eu. A sentir como eu sinto. A fazer o que eu faço. Se assim fosse, ele seria eu. E não o outro.

Por que você não gosta de mim?

Sobre as carências, a necessidade de autoafirmação e o comportamento estranho de algumas pessoas na internet
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