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Entenda porque não curto fotos de crianças no Facebook

Pais e mães, orgulhosos de seus filhos e filhas, adoram mostrar fotos de tudo que fazem, o que é perfeitamente normal e compreensivo. Mas será que está certo expor crianças em redes sociais, como o Facebook, mostrando fotos delas a um vasto público?

Qual a nossa responsabilidade no uso das redes sociais?

A internet é utilizada diariamente por 3,2 bilhões de pessoas no mundo, mas será que sabemos utilizá-la com responsabilidade e ética?

Razonite: uma enfermidade grave que está se espalhando pelo mundo

Razonite é uma doença altamente contagiosa que causa uma inflamação da razão e disfunções cerebrais sérias, além de um desequilíbrio emocional que torna as pessoas agressivas, intolerantes e impacientes. Sua principal característica é um forte impulso de querer ter razão, custe o que custar.

Felicidade, Facebook e solidão contemporânea

É como se a vida real tivesse se tornado uma extensão, um plug-in da rede, melhor, um aplicativo que baixa-se no play store.

Sobre pessoas que curtem e compartilham posts em redes sociais sem nem saber do que se trata

O mundo virtual é um mundo de aparências, semelhante ao livro que as pessoas carregavam consigo antigamente sem nunca o ter lido.

Carencia afetiva e necessidade de autoafirmação nas redes sociais

Com a democratização do acesso à internet e redes sociais, foram internalizados novos aspectos comportamentais e agregados novos valores sociais. Através destes contextos, criamos muitas vezes uma realidade pré-fabricada a partir das nossas carências afetivas e emocionais, sendo as redes sociais o grande termômetro da insatisfação e insegurança das pessoas consigo mesmas.

Pelo direito de postar fotos felizes no Facebook

Embora entendamos que algumas pessoas cometam excessos: o perfil é pessoal e nele o usuário, desde que siga as regras da plataforma, decide quanto de si quer mostrar – ainda que o que opte por exibir seja julgado como um exagero pela maioria das pessoas.

Deixe o outro ser ele mesmo. Se lhe faz mal, afaste-se, ué.

Afinal, o outro não é obrigado a pensar como eu. A sentir como eu sinto. A fazer o que eu faço. Se assim fosse, ele seria eu. E não o outro.

Por que você não gosta de mim?

Sobre as carências, a necessidade de autoafirmação e o comportamento estranho de algumas pessoas na internet

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